No último dia 25 de janeiro o atual Ministro da Cultura do País, Juca Ferreira (João Luiz Silva Ferreira), através de documento expedido do seu próprio gabinete, na Explanada dos Ministérios em Brasília,
(...) Em seis de junho de 1944 – Dia D – os Aliados desembarcavam na Normandia. Poucos meses depois Hitler se suicidaria, causando assim a rendição da Alemanha e posteriormente bombas atômicas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki,
O som de Teófilo, embalado por gaitas, violinos, rifes distorcidos de guitarra, contrabaixo, violão, bateria, teclado, saxes e uma voz para lá de afinada, vai modelando um estilo bem descontraído e de ótimo gosto, a agradar os mais variados públicos.
Ao longe se ouvia “Naquela Mesa”, a voz inconfundível era a de Nelson Gonçalves. A música nem mesmo findara quando ao tempo de sua relutância contra o silêncio iniciara-se o rei Roberto Carlos (É preciso saber viver...). O ambiente era multifacetado,
21 de julho. 1h09min da manhã. 19 perguntas. Madrugada de terça-feira. Nada exato, como tudo deve ser quando o assunto em questão vê na exatidão o contrário de tudo que acredita.
Assim como no Brasil e no Mundo, a história de Parnaíba também está sendo recontada sob a luz de documentos e análises. Um dos grandes best-sellers do momento é “1421, O ANO EM QUE A CHINA DESCOBRIU O MUNDO”
Em 2008, mais precisamente em agosto, o veiculo cultural O Piagüí, completou 10 edições e Parnaíba os seus 246 anos de Vila, 186 de Independência e 164 de elevação à categoria de cidade.
Quando falamos em tradições populares nordestinas é comum, na maioria das vezes, associarmos de imediato às festividades do período junino, fruto de uma concepção regional sobre aquilo que se configura no inconsciente como um elemento de importância histórica, emanação do espírito coletivo e animista do povo.
O que representa a tristeza para a literatura, para a arte em si? Responderia rapidamente, e não movido pelo impulso, mas pela constatação obtida após um manancial de leituras e percepções que competem à nossa bagagem: a tristeza representa muita coisa quando tratamos do subjetivismo artístico.
Não está fácil ouvir música de qualidade nas rádios locais. É impressionante a quantidade de lixo musical que as emissoras despejam em nossos ouvidos. Na verdade, escuta quem quer, mas o rádio tem outras funções além dessas meramente “entreteiras”, de gosto duvidoso.
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